quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esse texto foi postado numa época em que não havia divulgação do blog e feito num tempo de muita clareza pra mim.


Encontre sentido na palavra
ainda que pareça estranha e perturbadora.
Mesmo em linhas tortas
o texto não cessa, não seca.
Tão certa e fria é a morte,
pelo teu pecado vil e cruel;
que através da palavra veio
e aquele que se viu no espelho,
se arrependeu de ir pro céu.
Sentiu o latente esmorecer
sem sentido, sem ser.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Wild thing, you make my heart sing



I wanna take you home, yeah I won't do no harm You've got to be all mine, all mine ooh Foxy Lady Foxy, Foxy.

You make me wanna get up and scream!







Ouvindo e aprendendo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Poema Misto

Tenho duas formas de ver,
o que ninguém nem parou para olhar.
Queria eu assim ser,
da fumaça do cigarro fazer ar.

Estou preso,
estagnado em lugar nenhum.
E aqui me encontro
onde dois são um.

Uma porta pra fora
das correntes e vertentes.
Escravidão mental, outrora
sem querer sei que sentes.

Como proceder,
se sinto sem sentido?

(Versos pares por Rodrigo Lima)

domingo, 10 de abril de 2011

I can see what you see not.
Vision milky, then eyes rot.
When you turn they will be gone,
Whispering their hidden song.
Then you see what cannot be,
Shadows move where light should be.
Out of darkness, out of mind,
Cast down in to the Halls of the Blind.

sábado, 2 de abril de 2011

And I have become confortably numb.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Não era uma boa hora para conversa, mas ele insistia em ficar. Ela dizia que não, que havia chegado ao fim, passado do limite. Nunca seria uma boa hora. De forma que ele se levantou, inquieto, procurando algo em seu bolso. Ela abaixou a cabeça, num suspiro, cheio de tristeza pela forma que as coisas tinham desenrolado. -Mas e se eu mudar? - Indagou o jovem. Ela balançava a cabeça. -Eu gosto de você é assim...

sábado, 26 de março de 2011

Não tem forma melhor de enxergar o mundo do que, por algum tempo, calado.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Apreço

Entre o feito e o malfeito,
me pus em xeque, imperfeito.
Masdeísmo profundo, pungente,
em tão confusa mente.

Quis te falar uma verdade
Vieram as ideias, um texto
Que de tão ausentes tive saudade
Veio você, sem pretexto.

Houve um tempo perdido
sem palavras, sem sentido
Não havia muito de mim.

Pro recomeço
Meu apreço,
Precisei de um fim.




sábado, 12 de março de 2011

Aurora chega e perco meus sentidos
Chego, sento, espero.
Não há remenda para corações partidos
Deito, viro, me desespero.

Exijo que volte
que exploda,
Se revolte.
se foda.